15/07/2019 – Efigenia Vieira – CEO Upside Group

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13/07/2019 – Efigenia Vieira – CEO Upside Group

As redes sociais e televisivas nos proporcionam, a cada instante, as cores de uma crise que insiste em perdurar.

Estamos vivendo desafios e não rejeitamos este fato. São mais de uma dezena de milhões de brasileiros sem emprego e sem expectativas, buscando alternativas sem repertório suficiente para o encontro com dias melhores.

A economia tropeça, há oscilações na bolsa, aumenta a instabilidade nos investimentos, desastres ambientais e políticos. Enfim, o estresse mexe com a nossa cabeça e com o nosso corpo.

Nos últimos anos empresários e executivos foram dirigidos para dentro de suas empresas, com a consciência da volatilidade que há muito se anunciava.

Hoje, existe uma nova estrutura organizacional que vai além da velocidade do relógio.

As novas regras do mercado e da competição exigem que haja desobstrução e diversos campos de visão simultâneos.

Sim! Fazer-se presente. Em tempos diferentes do que estávamos navegando, já há muito tempo, é o momento certo para a proximidade com seus públicos – mercado global e sistêmico, clientes, funcionários, comunidade, imprensa e formadores de opinião, dentre outros, buscando evitar a perda de negócios e de talentos.

Em meio a uma quebradeira geral, há muita retração e, mesmo assim, há os que insistem em investir em várias pontas.

Para alguns, ainda é tempo de reforçar imagem e posicionamento, estreitar relacionamentos, mostrar produtos e serviços. Várias ações podem ser realizadas usando canais simples e diretos, reforçando conhecimentos de vanguarda e de resultados de valor que não aceitam provocações.

A caminhada continua a exigir o aprimoramento da escuta em todas suas bases.

Impera a resiliência!

A energia construtiva nutre a disposição e a disponibilidade para atingir, sempre, desempenho e entrega, contribuindo cada vez mais para o negócio dos nossos clientes.

Muito foi semeado. Há possibilidades de retorno que ainda podem vir. Precisamos de esperança. O feedback? Sim, por favor! das experiências vivenciadas por todos.

Escutamos claramente nossos pontos para desenvolvimento em cada etapa do processo e, novamente, aprenderemos com a humildade a recomeçar diferente, a olhar por novos ângulos, a dar mais espaço para a simplicidade e para a força da união de um mundo e de times em constante mutação.

Daí, dentro do nosso negócio, se revelam os cargos mais disputados e necessários, as remunerações disponibilizadas, a origem do capital, o perfil dos contratados e dos demandantes, a faixa de faturamento e a razão de quem contrata.

Estes resultados transcendem pesquisas de mercado, amplamente divulgadas, e seus gráficos coloridos.

Com a visão de hoje, nossa visão é o preparo para o amanhã! 

#olhosquebrilham #inquietandoaordem #headhunterevoce #inovacao

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13/07/2019 – Efigenia Vieira – CEO Upside Group

(Vinicius de Moraes, 1913-1980)

“Quando a luz dos olhos meus e a luz dos olhos teus resolvem se encontrar […]”

A missão do headhunter é encontrar, sob medida, profissionais para posições relevantes – C-level, como CEO, CFO, CMO e demais cargos de liderança aplicáveis à era da informação.

Os organogramas foram reestruturados. A liderança é exponencial, os profissionais possuem maleabilidades e funções múltiplas, são híbridos, maduros na autogestão e prontos para trabalhar cada vez mais com equipes remotas e com culturas diversas, criando conexões dentro dos mais variados fluxos de colaboração e outras várias tecnologias cada vez mais presentes no cotidiano, como: a Inteligência Artificial, Impressão em 3 D, Robótica e muito mais!

Profissionais atualizados e adaptados às mais diversas transformações, inovações e que inspiram equipes, outras lideranças, a sociedade e o mundo. Abrindo sempre caminhos para uma nova capacidade de realizar.

Nesta etapa avalia-se também a Inteligência Emocional que será um grande pilar e que é cada vez mais necessária – resiliência, estima adequada, humildade, otimismo, bom humor, empatia e a capacidade de desenvolver e disseminar modelos mentais coerentes com experiências que apresentam novas realidades.

Os sonhos e projetos continuam valorados, continuam crendo na realização do que foi visto como impossível.

Disseminar a transparência sempre! Saber que a tecnologia e os robôs estão a favor do homem.

Nunca perder a Humanidade e a Poesia!

Somente “os inconformistas mudam o mundo.”

Todos em marcha! Lembrando sempre que VOCÊ é o espelho do seu mundo.

#olhosquebrilham #inquietandoaordem #headhunterevoce #inovacao

REFERÊNCIAS

MORAES, Vinicius. Pela luz dos olhos teus. Disponível em: <http://www.viniciusdemoraes.com.br/pt-br/musica/cancoes/pela-luz -dos-olhos-teus> Acesso em 01 de mai. 2019.

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13/07/2019 – Efigenia Vieira – CEO Upside Group

Líderes e membros de equipes vitoriosas conseguem: desafiar padrões, ultrapassar limites, construir bases de valores sustentáveis, possuir um aprendizado e reinvenção através de novas experiências.

A chave é o conhecimento e a prática do valor das Relações Humanas, uma vez que a transformação digital não é sobre tecnologia, mas sim sobre uma nova maneira de fazer negócios e de abordar modelos corporativos.

A proposta deste artigo é a possibilidade de novos arranjos, mais arejados, mais simples, mais inteligentes e que favoreçam a expressão e a competitividade na arte do trabalho em EQUIPE.

O assunto é dirigido aos profissionais e times reconhecidos por vivenciar a maratona dos “diferenciados”, daqueles que estão abertos a novos lugares e papéis, prontos a responder por novas e mutáveis demandas.

A pauta é clara! Na arena corporativa é preciso estar “paranoico”, ou seja: é preciso reconhecer sempre a força dos que competem com VOCÊ. É necessário ter a disposição e a disponibilidade para a desconstrução em uma metamorfose contínua sob a máxima de: MUDE! ANTES QUE ALGUÉM O FAÇA.

Deve-se praticar a premissa básica de entrar em uma empreitada para ganhar, tendo como rota, em seu dia a dia, a clareza, a motivação e o entusiasmo. Tenha sempre um plano “B” e a visão dos que fazem acontecer. Tais atitudes são exitosas.

Percebe-se, entretanto, um hiato entre os exitosos e aqueles que travam uma guerra interminável sem sucesso consigo e, posteriormente, com os seus liderados, com seus líderes, com o mundo corporativo e com o mundo dos negócios.

Se tornou imprescindível a percepção das muitas variáveis e influências causadas pelo processo da gestão de times de valor. A tônica encontra-se no autoconhecimento, na autoexpressão, na administração saudável do estresse e na maneira como cada um trabalha com vulnerabilidades & oportunidades, que são faces de um mesmo desafio. Todos estes canais são complexos e não são analisados de forma reducionista. É vital considerar os determinantes pessoais, a força e o estilo do líder e de grupos enquanto equipes.

Associado a toda esta equação está o movimento de um mundo que mudou há muito tempo e que continua a nos levar freneticamente para um futuro que já chegou, ou seja: INOVAÇÃO E ADAPTAÇÃO.

Novos códigos e exigências atropelam a bela trajetória desenhada por resultados assertivos e metas cumpridas. A realidade é que tudo ficou no rascunho. Nada nos é garantido!

Os que insistem em continuar órfãos da mudança têm como principal missão apurar a autopercepção que, muitas vezes, fica distorcida frente a intempéries. A crença irreal de que são competitivos, ou a síndrome do sucesso que os transporta para uma temporada sem novos paradigmas ao encontro das soluções, precisam rapidamente serem vencidas.

Ninguém, ou empresa alguma, estão blindados por mais competentes e comprometidos que forem e/ou acreditarem que ainda sejam. Os êxitos do passado não asseguram, absolutamente, nada!

Extensos degraus hierárquicos e complexidades processuais significam a falta de decisões ágeis e o insucesso. Tais ações, resultam em perda de foco, perda de mercado e a perda de lideranças inspiradoras de pessoas.

A retomada é engajar, ainda mais, executivos e membros de times de valor aos negócios, identificando novos líderes para um mundo mais complexo.

#olhosquebrilham #inquietandoaordem #headhunterevoce #inovacao

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13/07/2019 – Efigenia Vieira – CEO Upside Group

Diariamente deciframos novas tecnologias que são capazes de modificar a nossa vida e a nossa interação com a sociedade. Vamos criando uma realidade composta por: internet das coisas, inteligência artificial, impressora 3D, Big Data, etc., que, somando-se a tantas outras tecnologias, se fazem presentes em um curto espaço de tempo.

Entre bits e bytes, muitas destas tecnologias já existem há um longo período. O mundo amadureceu juntamente com as tecnologias e isso foi necessário para que elas pudessem ser recebidas.

Para um melhor entendimento destacamos que a Inteligência Artificial (IA) surge majestosa a partir do aumento exponencial do volume de informações por conta da transformação digital, da redução dos custos da capacidade computacional e da evolução de algoritmos.

Como sabemos, o processo evolutivo da tecnologia acontece em passos muito mais rápidos que a evolução natural. Ao se falar de “processo evolutivo e evolução” fica uma interrogação que insiste em se repetir: Como estão as empresas e as pessoas no universo corporativo, no mundo do trabalho face a tantas transformações estruturais?

Muito já foi dito que as pessoas são os principais atores neste processo e que, sem esta máxima, não existirá a evolução sustentável. Não há nada de novo neste tema. Mas, ao contrário da IA, será que o mundo hoje está preparado para esta transformação que envolve, mais do que nunca, nossa humanidade?

Entre tantas outras responsabilidades, o lugar do líder da revolução digital é o do “reconhecimento” que, sem dúvida, é a melhor forma de estimular alguém e de criar o entusiasmo que, etimologicamente, é estar movido por Deus.

Assim defende o filósofo Mário Sérgio Cortella (2016, n.p.). Os tempos das engrenagens ilustrado por Charlie Chaplin (1889 – 1977) no filme “Tempos Modernos” (1936) estão presentes mais agora do que nunca!

Como curiosidade, a escola “A Mocidade Independente de Padre Miguel”, levou para o Sambódromo, no carnaval de 2019, o tempo da vida com o carro intitulado “Tempos Modernos”.

De acordo com a gaiola projetada no carro alegórico, a temática faz referência, principalmente, às pessoas submissas à rigidez do mercado de trabalho. Tal alusão, ocorre porque, nos tempos modernos, a indústria impiedosa visava apenas o lucro, fazendo deste setor uma “caveira” que sugava seus funcionários, os quais submetidos às péssimas condições de trabalho, tinham uma única função: vencer o tempo e produzir cada vez mais.

Qualquer semelhança aos tempos atuais não é mera coincidência. Depressão, Distúrbios da Ansiedade e Síndrome do Pânico.

Hoje, de acordo com o International Stress Management Association (Isma), nove em dez brasileiros ativos no mercado de trabalho, apresentam sintomas de ansiedade em algum grau e, mais assustador, metade sofre de algum nível de depressão (SENDIN, 2018, n.p.). Esta já está entre as doenças que mais afastam brasileiros do trabalho.

Frente a dados expressivos pode-se ficar à vontade para transitar em meio a discursos inflados sobre o lucro X pessoas X vida, sobre lideranças e decisões espiritualizadas, sobre a integração e cuidado com o corpo e mente, sobre o autoconhecimento genuíno (que não se aplica a programas com matrizes coletivas). Reconhecidamente como improdutivos. “…, e viva melhor em 6 passos” é um voo sobre as necessidades vitais da saúde e da estabilidade física e emocional.

Lideranças Espiritualizadas:

Para receber o e-book ..., e viva melhor em 6 passos, deixe seu nome e endereço eletrônico no nosso Blog que, com satisfação, encaminharemos para você.

Cordialmente,

Efigênia Vieira.

Boa leitura!

#olhosquebrilham #inquietandoaordem #headhunterevoce #inovacao

 

REFERÊNCIAS

CARVALHO, Deborah de. Novos tempos, novas engrenagens: as transformações no campo e suas dinâmicas urbanas. São Paulo: Editora do Brasil, 2012.

CORTELLA, Mario Sergio. Não nascemos prontos! provocações filosóficas. 16.ed. Petrópolis, RJ: Vozes, 2013.

CHAPLIN, Charlie. Tempos modernos. 1936. Legendado. Disponível em: <https://www.youtube.com/watch?v=HAPilyrEzC4>. Acesso em: 25 de mar. 2019.

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13/07/2019 – Efigenia Vieira – CEO Upside Group

“E agora, José? A festa acabou a luz apagou, …” (ANDRADE, 1990).

Todos adoramos alcançar o sucesso. É muito bom!

Empresas, profissionais, pais e governantes se esforçam, se desafiam sempre! Precisamos ganhar!

Comemoramos, abrimos nossos “Casos de Sucesso” para os grupos que participamos. Divulgamos, através das mais diversas redes, dos mais diversos meios de comunicação e marketing. Ampliamos nosso networking.

Sem dúvida, aprendemos muito!

Por vezes, parece, até mesmo, que o insucesso não existe de tanto que é torcido e retorcido, na tentativa de não ser percebido.

Muitos de nós já tivemos inúmeros casos, “tidos como de insucesso” e não os compartilhamos.

Talvez, ainda, precisamos aprender, de fato, o quanto uma história ou uma experiência deste teor, poderão ajudar muitas pessoas, e a nós, principalmente.

Vamos examinar estes casos mais de perto.

Podemos começar pelos inúmeros pedidos feitos a DEUS sem respostas.

Willian Shakespeare (1564-1616) disse: “Aprendi que deveríamos ser gratos a Deus por não nos dar tudo que Lhe pedimos.”

Quantas e quantas vezes já ouvimos: “Uma hora vou largar tudo e abrir uma pousada ou vou vender sanduíches na praia”. Seria muito bom viver o desapego e largar meu emprego, aqui na Paulista, que me sufoca. Tirar a cor cinza da minha pele. Mas, eu sou um homem de sucesso, respeitado e com a ‘vida ganha’” .

Com esta ação, o nosso “ator“ está colocando uma tarja preta na testa e outra no sangue em letras garrafais – “Eu sou um caso de Insucesso!”.

Os valores e as conquistas mudaram de lugar e a felicidade se transformou em coisas outras. Brinquedos como carros importados, implantes de cabelo, plástica ao insistir que o melhor é parecer com a boneca Barbie, tratamentos absurdos para ser magra como as modelos famosas e tantas outras coisas.

Lembro-me, nitidamente, que ao viver muito perto da minha avó, uma italiana “retada”, celebrávamos a comida boa à mesa onde todos estavam presentes, o frescor entrava pela casa de janelas abertas, filhos estudados e bem casados, “pelo menos supostamente bem casados.”

Daí, a vida corre e nós mais ainda. Dias e dias sem tempo para o almoço. Já somos a segunda geração dos divórcios sem culpa.

“Tome cuidado com o vazio de uma vida ocupada demais”. (SÓCRATES, 469-399 a.C.).

Ocupados demais, pois temos muito a fazer.

Precisamos ser bem-sucedidos, ganharmos muito “$” para sermos um “Caso de Sucesso”, respeitados, também, na família. Será que havia dúvidas?

Qualquer modelo diferente é duvidoso.

Da felicidade pouco se ouve falar, exceto em consultórios médicos, onde, muitas vezes, ela, a falta da felicidade, se transformou em doença.

Adquirimos crenças que nos limitam, hábitos que não mudam há anos, diversões e mais diversões, alcoolismo, baixa estima e a percepção verdadeira de nós mesmos.

E o trabalho para o qual tanto nos preparamos para termos uma carreira de sucesso? Continua a todo vapor.

Depois de um infarto, um acidente, uma disfunção nervosa grave, rompimento com a família, é possível enfrentar o tal chamado e, nem tão conhecido, “Caso de Insucesso”.

Penso que deve ser delicioso ser um hippie fora de época, levantar todos os dias com o “Carpie Diem” e um belíssimo café da manhã.

Fazer do trabalho uma diversão gostosa, recheada de prazer ao produzir e construir verdadeiras “Obras de Arte”.

Ser feliz e ter insucesso pode ser muito difícil para a nossa geração, que agora irá aprender e mergulhar na revolução digital.

Esta geração que não larga “o osso”, uma geração que alguns, ainda, estão lendo Mark Manson (2017) e…, e…, e…, quantos rodeios para falar o nome do tal livro – “A sutil arte de ligar o f*da-se”.

O mundo é outro, os matizes são outros. Já ouvi que diploma será pouco valioso daqui a pouco, principalmente em tecnologia, este conceito é mais bem entendido, frente a atitude e competências.

Onde ficam hábitos que não mudam há anos, diversões e mais diversões e o trabalho para o qual tanto nos preparamos para termos uma carreira de sucesso?

A noção de que a Terra é redonda indica que o formato do globo terrestre é esférico, em oposição a ideia da Terra plana. O paradigma da Terra esférica apareceu na filosofia grega no século VI a.C. com Pitágoras (570-496 a.C.), embora a maioria dos filósofos pré-socráticos defendesse o modelo da Terra plana.

Enfim, o mundo é plano, os modelos de sucesso são outros, os chamados muito loucos, mudam inteiramente suas vidas, pedem demissões com altos salários e saem pra vida com muita responsabilidade. Nunca uma aventura, a não ser a aventura de estar cumprindo o melhor para si.

Vão para a praia, fazem “comidinhas” deliciosas, doces, guloseimas e vendem alegria e saúde todos os dias.

Carpe – diem!

Vivemos nesta Terra no dia a dia como se fôssemos eternos.

É preciso crer para ver a amplitude da vida, antes de nos tornarmos pó de estrela!

#olhosquebrilham #inquietandoaordem #headhunterevoce #inovacao

 

REFERÊNCIAS

ANDRADE, Carlos Drummond de. Seleta em prosa e verso. 10. ed. Rio de Janeiro: Record, 1990.

MANSON, Mark. A sutil arte de ligar o F*da-se: uma estratégia inusitada para uma vida melhor. Rio de Janeiro: Editora Intrínseca, 2017.

TERRA REDONDA. In: WIKIPÉDIA, a enciclopédia livre. Flórida: Wikimedia Foundation, 2018. Disponível em: <https://pt.wikipedia.org/w/index.php? title=Terra_redonda&oldid=52150679>. Acesso em: 22 maio 2018.

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