A nova arquitetura empresarial

Diariamente deciframos novas tecnologias que são capazes de modificar a nossa vida e a nossa interação com a sociedade. Vamos criando uma realidade composta por: internet das coisas, inteligência artificial, impressora 3D, Big Data, etc., que, somando-se a tantas outras tecnologias, se fazem presentes em um curto espaço de tempo.

Entre bits e bytes, muitas destas tecnologias já existem há um longo período. O mundo amadureceu juntamente com as tecnologias e isso foi necessário para que elas pudessem ser recebidas.

Para um melhor entendimento destacamos que a Inteligência Artificial (IA) surge majestosa a partir do aumento exponencial do volume de informações por conta da transformação digital, da redução dos custos da capacidade computacional e da evolução de algoritmos.

Como sabemos, o processo evolutivo da tecnologia acontece em passos muito mais rápidos que a evolução natural. Ao se falar de “processo evolutivo e evolução” fica uma interrogação que insiste em se repetir: Como estão as empresas e as pessoas no universo corporativo, no mundo do trabalho face a tantas transformações estruturais?

Muito já foi dito que as pessoas são os principais atores neste processo e que, sem esta máxima, não existirá a evolução sustentável. Não há nada de novo neste tema. Mas, ao contrário da IA, será que o mundo hoje está preparado para esta transformação que envolve, mais do que nunca, nossa humanidade?

Entre tantas outras responsabilidades, o lugar do líder da revolução digital é o do “reconhecimento” que, sem dúvida, é a melhor forma de estimular alguém e de criar o entusiasmo que, etimologicamente, é estar movido por Deus.

Assim defende o filósofo Mário Sérgio Cortella (2016, n.p.). Os tempos das engrenagens ilustrado por Charlie Chaplin (1889 – 1977) no filme “Tempos Modernos” (1936) estão presentes mais agora do que nunca!

Como curiosidade, a escola “A Mocidade Independente de Padre Miguel”, levou para o Sambódromo, no carnaval de 2019, o tempo da vida com o carro intitulado “Tempos Modernos”.

De acordo com a gaiola projetada no carro alegórico, a temática faz referência, principalmente, às pessoas submissas à rigidez do mercado de trabalho. Tal alusão, ocorre porque, nos tempos modernos, a indústria impiedosa visava apenas o lucro, fazendo deste setor uma “caveira” que sugava seus funcionários, os quais submetidos às péssimas condições de trabalho, tinham uma única função: vencer o tempo e produzir cada vez mais.

Qualquer semelhança aos tempos atuais não é mera coincidência. Depressão, Distúrbios da Ansiedade e Síndrome do Pânico.

Hoje, de acordo com o International Stress Management Association (Isma), nove em dez brasileiros ativos no mercado de trabalho, apresentam sintomas de ansiedade em algum grau e, mais assustador, metade sofre de algum nível de depressão (SENDIN, 2018, n.p.). Esta já está entre as doenças que mais afastam brasileiros do trabalho.

Frente a dados expressivos pode-se ficar à vontade para transitar em meio a discursos inflados sobre o lucro X pessoas X vida, sobre lideranças e decisões espiritualizadas, sobre a integração e cuidado com o corpo e mente, sobre o autoconhecimento genuíno (que não se aplica a programas com matrizes coletivas). Reconhecidamente como improdutivos. “…, e viva melhor em 6 passos” é um voo sobre as necessidades vitais da saúde e da estabilidade física e emocional.

Lideranças Espiritualizadas:

Para receber o e-book ..., e viva melhor em 6 passos, deixe seu nome e endereço eletrônico no nosso Blog que, com satisfação, encaminharemos para você.

Cordialmente,

Efigênia Vieira.

Boa leitura!

#olhosquebrilham #inquietandoaordem #headhunterevoce #inovacao

 

REFERÊNCIAS

CARVALHO, Deborah de. Novos tempos, novas engrenagens: as transformações no campo e suas dinâmicas urbanas. São Paulo: Editora do Brasil, 2012.

CORTELLA, Mario Sergio. Não nascemos prontos! provocações filosóficas. 16.ed. Petrópolis, RJ: Vozes, 2013.

CHAPLIN, Charlie. Tempos modernos. 1936. Legendado. Disponível em: <https://www.youtube.com/watch?v=HAPilyrEzC4>. Acesso em: 25 de mar. 2019.

Efigênia Vieira